Sistemas que geram rotinas, relatórios, processamentos, sem a autorização ou conhecimento do usuário, são softwares com falha no controle explícito. Quando o controle de um determinado processo está sob monitoria do usuário, a possibilidade de erro diminui.
Além disso, é desagradável receber uma mensagem de processamento realizado, sem que se tivesse conhecimento da ação. O sistema é melhor aceito pelos usuários quando estes têm controle sobre o diálogo / decisões.
Abaixo, temos uma caixa de diálogo comum no sistema operacional Windows, onde o usuário precisa tomar uma decisão, para solucionar problemas na abertura de um arquivo eletrônico. Qualquer impacto futuro, ocorre por conta da ação explícita do usuário, quando o mesmo decide entre a opção A ou B da caixa de diálogo.
Figura 1: Caixa de diálogo do Windows
Um aspecto negativo existente neste contexto, pode ser observado em alguns ERPs. Muitos profissionais geram continuamente relatórios, posições financeiras, estoques, ativos, e em determinadas oportunidades o ERP deveria estar parametrizado para informar ao usuário que um Inventário Geral da empresa (por exemplo) ao ser processado consumirá grande volume de recursos de rede, além de fornecer o tempo estimado para concluir a transação.
Na prática, é comum ao usuário de ERP perceber que não há capacidade de processamento no curto prazo após ser dado o comando no sistema. Quando isso ocorre, e reflete na rede de computadores ligada ao ERP, o usuário acaba sendo obrigado a pedir gentilmente ao analista de sistemas da empresa que "derrube" a transação.
Ou seja, o usuário aprendeu com o reflexo do processamento, e não tinha qualquer controle sob a lentidão que causou na rede ligada ao ERP.

Nenhum comentário:
Postar um comentário